Responda:
Alguma vez você ficou tão bravo ou
decepcionado com alguém que ‘pisou na bola’? E seu estado emocional
(‘negativo’) influenciou (‘negativamente’) na sua forma de falar com a pessoa?
Nos post sobre “Relacionamentos saudáveis: profissionais e pessoais”,
comentei sobre a arte de dar feedback eficaz... E no primeiro posto sobre
“Liderança: Desenvolvendo pessoas – Entregando resultados”, escrevi a respeito
de como dar um feedback de melhoria. Hoje o tema é como dar um feedback
corretivo.
Retomemos uma frase do
primeiro post sobre feedback...
“Algumas pessoas quando
ouvem a seguinte frase: “Venha até a minha sala, pois quero te dar um
feedback”, logo pensam: “Ih... Estou frito!”.
Comumente a palavra
‘feedback’ é confundida com ‘ferroback’ ou aquela outra palavra, sabe?!
‘...odeback’!!! E isso provoca uma reação de defesa praticamente automática em
quem ouvirá o feedback.
O ponto é que um
feedback para ser eficaz deve proporcionar ao ouvinte um estado emocional de abertura
e não de defesa”.
Mas... e se o estado
emocional de quem for dar o feedback, não for um dos melhores?! E se... a
pessoa que for dar o feedback estiver brava ou decepcionada, por exemplo?! E
se... a pessoa que irá receber realmente tiver errado, e se realmente ela tiver
‘pisado na bola’, ‘pisado na jaca’, ou até mesmo ‘mergulhado na jaca’, de tão
‘feio’ que foi o erro... O que fazer?
Nos próximos posts você
saberá exatamente, o que e como fazer nestas situações com somente, 4 passos!
Para facilitar a prática
de dar feedback corretivo de forma assertiva, é fundamental, você se lembrar
que o que define se algo é assertivo ou agressivo, por exemplo, não é somente a
escolha do conteúdo, das palavras, da mensagem intelectual; mas sim, da forma,
do não verbal (tom de voz, expressão facial, corporal...), ou seja, da mensagem
emocional que você irá utilizar.
Além disso, é necessário
que o feedback seja específico e ater-se ao fato que você está corrigindo e buscar
cortar o uso de palavras como: você sempre... você nunca... toda vez... É
preciso focar no fato que ocorreu ou que vem ocorrendo. Vejamos o exemplo
abaixo e destaquemos o passo a passo:
Imagine um colaborador
que comumente chega atrasado (em torno de 30 a 40 minutos), nas terças e
quartas-feiras.
PASSO 1 – FATO:
Atenha-se ao fato. Seja
específico. Não generalize e não julgue!
Ineficaz:
“Você sempre chega atrasado”. =>
Generalização: Sempre.
“Você nunca chega no horário”. => Generalização: Nunca.
“Você é um cara muito atrasado” => Julgamento: Você é atrasado.
“Você é irresponsável, descomprometido”. => Julgamento: Você
é...
Eficaz:
“Fulano, tenho observado que nas últimas
3 semanas você chegou atrasado de 30 a 40 minutos nas terças e quartas-feiras”.
=> Específico: nas últimas 3 semanas / atrasado 30 a 40 minutos / terças e
quartas-feiras.
PASSO 2 – REAÇÃO:
Nesta etapa você irá
dizer qual é a reação que estes comportamentos tem gerado em você.
Ineficaz:
“Você me deixa muito bravo quando isso
acontece”. => Agressivo: Você me...
Eficaz:
“Eu me sinto muito bravo quando isso
acontece”. => Assertivo: Eu me sinto...
O sentimento escrito
acima ‘bravo’, poderia se qualquer outro: irritado, chateado, preocupado...
Aguarde os próximos 2
passos no post seguinte!
Reflita...
Que ação posso ter para ser mais
específico em minha comunicação?
O que me impede de não mais julgar
o outro, mas sim descrever seu comportamento de forma clara, específica e
pontual?
Compatilhe
o link no seu face!!
Até o
próximo!
Abraços,
Gi Isquierdo
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