23 de abr. de 2014

LIDERANÇA: Desenvolvendo pessoas, entregando resultados - Feedback corretivo

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Alguma vez você ficou tão bravo ou decepcionado com alguém que ‘pisou na bola’? E seu estado emocional (‘negativo’) influenciou (‘negativamente’) na sua forma de falar com a pessoa?

Nos post sobre “Relacionamentos saudáveis: profissionais e pessoais”, comentei sobre a arte de dar feedback eficaz... E no primeiro posto sobre “Liderança: Desenvolvendo pessoas – Entregando resultados”, escrevi a respeito de como dar um feedback de melhoria. Hoje o tema é como dar um feedback corretivo.

Retomemos uma frase do primeiro post sobre feedback...
“Algumas pessoas quando ouvem a seguinte frase: “Venha até a minha sala, pois quero te dar um feedback”, logo pensam: “Ih... Estou frito!”.
Comumente a palavra ‘feedback’ é confundida com ‘ferroback’ ou aquela outra palavra, sabe?! ‘...odeback’!!! E isso provoca uma reação de defesa praticamente automática em quem ouvirá o feedback.
O ponto é que um feedback para ser eficaz deve proporcionar ao ouvinte um estado emocional de abertura e não de defesa”.
Mas... e se o estado emocional de quem for dar o feedback, não for um dos melhores?! E se... a pessoa que for dar o feedback estiver brava ou decepcionada, por exemplo?! E se... a pessoa que irá receber realmente tiver errado, e se realmente ela tiver ‘pisado na bola’, ‘pisado na jaca’, ou até mesmo ‘mergulhado na jaca’, de tão ‘feio’ que foi o erro... O que fazer?
Nos próximos posts você saberá exatamente, o que e como fazer nestas situações com somente, 4 passos!

Para facilitar a prática de dar feedback corretivo de forma assertiva, é fundamental, você se lembrar que o que define se algo é assertivo ou agressivo, por exemplo, não é somente a escolha do conteúdo, das palavras, da mensagem intelectual; mas sim, da forma, do não verbal (tom de voz, expressão facial, corporal...), ou seja, da mensagem emocional que você irá utilizar.
Além disso, é necessário que o feedback seja específico e ater-se ao fato que você está corrigindo e buscar cortar o uso de palavras como: você sempre... você nunca... toda vez... É preciso focar no fato que ocorreu ou que vem ocorrendo. Vejamos o exemplo abaixo e destaquemos o passo a passo:
Imagine um colaborador que comumente chega atrasado (em torno de 30 a 40 minutos), nas terças e quartas-feiras.
PASSO 1 – FATO:
Atenha-se ao fato. Seja específico. Não generalize e não julgue!
Ineficaz: “Você sempre chega atrasado”. => Generalização: Sempre.
               “Você nunca chega no horário”. => Generalização: Nunca.
               “Você é um cara muito atrasado” => Julgamento: Você é atrasado.
               “Você é irresponsável, descomprometido”. => Julgamento: Você é...
Eficaz: “Fulano, tenho observado que nas últimas 3 semanas você chegou atrasado de 30 a 40 minutos nas terças e quartas-feiras”. => Específico: nas últimas 3 semanas / atrasado 30 a 40 minutos / terças e quartas-feiras.

PASSO 2 – REAÇÃO:
Nesta etapa você irá dizer qual é a reação que estes comportamentos tem gerado em você.
Ineficaz: “Você me deixa muito bravo quando isso acontece”. => Agressivo: Você me...
Eficaz: “Eu me sinto muito bravo quando isso acontece”. => Assertivo: Eu me sinto...
O sentimento escrito acima ‘bravo’, poderia se qualquer outro: irritado, chateado, preocupado...

Aguarde os próximos 2 passos no post seguinte!

Reflita...
Que ação posso ter para ser mais específico em minha comunicação?
O que me impede de não mais julgar o outro, mas sim descrever seu comportamento de forma clara, específica e pontual?

Compatilhe o link no seu face!!

Até o próximo!

Abraços, Gi Isquierdo

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